quarta-feira, 18 de maio de 2011

Reflexão do dia

Profunda sabedoria....

OS TRÊS DESEJOS DE ALEXANDRE
 
        
 1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
 2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro,  e pedras preciosas ;
 3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
      
 Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

PERANTE A VIDA PODEMOS SER DIFERENTES ENTRE NÓS, MAS PERANTE A MORTE  SOMOS TODOS IGUAIS..

Texto recebido por e-mail.
Imagem disponível em:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/biblioteca-alexandria/alexandre-o-grande1.php Acesso em 18 de maio de 2011
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terça-feira, 17 de maio de 2011

ABERTURA DO FICA

sábado, 7 de maio de 2011

Inaugurado espaço cultural em hotel goiano

Acervo pessoal destaca obras de artistas renomados

Por Nayara Alves



No dia 29 de abril, foi inaugurada a Galeria de Arte Serras de Goyaz. O espaço recebeu obras do acervo pessoal do fotógrafo e jornalista, Valdemy Teixeira. 

As inspirações tecidas em telas recebem destaques de Antônio Poteiro, Waldomiro de Deus, Omar Souto, Helena Vasconcelos, Godá, Lourdes de Deus, Jordana Hermano, Willian Vasconcelos  , Soni-Pin, Marcos Oliveira e Vânia Ferro.

A visitação está aberta até o dia 26 de maio, a partir dás 09 horas - no hotel Serras de Goyaz - avenida Paranaíba, número 1445, Centro - Goiânia.


Veja Fotos:













Fotos: Larissa Alves

Dicas para estudantes de jornalismo

sexta-feira, 6 de maio de 2011

HOMENAGEM PARA MINHA MÃE




Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


Foto: Disponível em http://maesnoreino.blogspot.com/2009/05/poema-para-uma-mae.html

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