segunda-feira, 28 de julho de 2008

Brasileiro

Por:Arnaldo Jabor


Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca. Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...

Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária. - Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão. Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada. Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo , ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo. - Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.

O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo. - Brasileiro é um povo honesto. Mentira. Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.

Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça. - 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.

Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas. - O Brasil é um pais democrático. Mentira. Num país democrático a vontade da maioria é Lei.

A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense ! O famoso jeitinho brasileiro.

Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta campeões do mundo né?? ? Grande coisa... O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro !? Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo. Deus é brasileiro.

Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce! Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

sábado, 5 de julho de 2008

Critica a falta de segurança para os jornalistas

Por Nayara Alves

Não existem contradições ao dizer que os jornalistas estão vulneráveis a situações de riscos e de que segurança é algo que as empresas de comunicação não garantem aos seus funcionários.

Cobrir uma matéria e enfrentar multidões tem lá suas dificuldades e tem muita gente que não acha nada, outros não querem pensar no assunto, afinal ao parecer de alguns o jornalista é apenas um apresentador e se esquecem de que a proteção é um assunto social.

A violência contra jornalistas no Rio de Janeiro deu lugar as manchetes de jornais brasileiros, após o jornal O Dia ter relatado que no dia 31/05, uma equipe de reportagem do jornal havia sido sequestrada e torturada por milicianos durante sete horas na Favela do Batan, em Realengo, no dia 14 de maio.

Pensar que o trabalho de um jornalista é algo gratificante para a sociedade seria muito? ter um pouco de proteção ao sair para as ruas com nossos bloquinhos seria demais? subir e descer, levantar e cair e ainda por cima dar conta do recado sem deixar transparecer para as pessoas que muita vezes estamos cansados, sensibilizados com a história dos entrevistados,com medo de certos "lugares" e manter o nosso sorriso por amor a profissão escolhida, por prazer de escrever e ler e ir além dos que muitos definem o jornalismo seria algo banal?

As autoridades competentes,"assim ditas",não tem tomado providências, idéias so ficam nos papéis e em debates realizados quando a "coisa fica feia", e enquanto o bate-boca continua, os jornaslitas ficam de mãos atadas tentando entender o que seria liberdade de expressão.


quinta-feira, 12 de junho de 2008

Namorados

Namorados estão menos românticos e mais endividados
Agencia Estado

Neste Dia dos Namorados, 67% dos paulistanos comprometidos pretendem presentear. No entanto, desse total, 65% confessam que prefeririam usar o dinheiro para quitar suas dívidas, revela pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP).O valor médio do presente para este ano está estimado em R$ 55, e a preferência é pela compra com pagamento à vista. Dos entrevistados, 68% pretendem fazer o pagamento por meio de cheque, dinheiro ou cartão de débito, enquanto 28% utilizarão o cartão de crédito e 1% financiará a compra com cheque pré-datado ou carnês.Segundo o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) Emílio Alfieri, esse comportamento evidencia o maior endividamento do consumidor. Ele destaca que, em maio, as dívidas incluídas no cadastro de inadimplentes do SCPC aumentaram 11,5% e as dívidas excluídas subiram 6,9%. "Essa diferença acentuada no mês passado sinaliza que é preciso maior cautela na hora de assumir novos gastos", adverte.Celular, roupas e floresO telefone celular será a preferência do consumidor neste Dia dos Namorados, revela a pesquisa de perspectiva empresarial da Serasa. Para o assessor econômico da entidade, Carlos Henrique de Almeida, a liderança é explicada pela constante incorporação de novas tecnologias, promoções de planos e serviços oferecidas pelas operadoras, e facilidades de pagamento. Outra opção de presente são as roupas e acessórios.Em terceiro lugar, estão as flores. Almeida lembra que, em 2007, os perfumes e cosméticos ocupavam a terceira posição. "O maior endividamento do consumidor determinou a mudança este ano. As flores, que no ano passado estavam em quarto lugar, são mais baratas e ganharam destaque" explica.O Dia dos Namorados é a terceira melhor data para o comércio, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães. Os comerciantes da capital paulista esperam para a data um crescimento de 2,5% nas vendas na comparação com o ano anterior. Em 2007, a alta registrada correspondeu a 1,5% ante 2006.

DISPONÍVEL EM :http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=901458 ACESSO EM: 12 DE JUNHO 2008 AS 11HORAS E 09MINUTOS

terça-feira, 10 de junho de 2008

“Onde antes havia vinhedos, hoje há palazzi”

Por Nayara Alves

A Revolução Social
1945-90




A palavra chave que poderíamos utilizar nesta análise baseada no texto, ”A era dos extremos, o breve século xx (1914-1991)” de Eric Hobsbawms seria: transformações. Além de simplificar o tema que Eric discute, apresenta também detalhes sobre tais transformações e explicações para acontecimentos presentes.

È interessante como o autor inicia seu texto explicando termos que durante algumas gerações foram usados para que as pessoas compreendessem a vida no século xx e que ainda hoje alguns autores utilizam para contar suas histórias e que uma vez ou outra, nós mesmos acabamos á utilizar.

O autor faz questão de destacar algumas expressões, bem familiares: pós-guerra, pós-moderno, pós-industrial e assim vai. Esta questão é simples, diante de tamanhas modificações que ocorreram no passado e que em decorrência disto, traz certas respostas para nossos questionamentos.

Estamos falando de transformações tecnológicas, inovações culturais, intensificação de movimento, transformação de crescimento material quantitativo, como Hobsbawms destacou e acrescentou mudanças súbitas e sísmicas. O mesmo segue dizendo sobre o comportamento dos camponeses que largou o campo e foi para cidades grandes em busca de estabilidade financeira.

Quando lemos isto, talvez não pensássemos na dimensão de camponeses que havia naquela época, pensamos em cidadãos simples que viviam em zonas rurais e que lutavam pelo sustento de suas famílias. Em parte pensamos certos, porém é importante deixar claro que não eram poucos camponeses. Eric faz menção a pesquisas que apresentam taxas da movimentação das cidades grandes recebendo milhares de camponeses e o impressionante esvaziamento dos campos.

Os camponeses ficavam por horas viajando de ida e volta para seus locais de trabalho, isto mostra uma das dificuldades que enfrentavam, e faziam isto porque sabiam a importância de se ter estabilidade naquela altura do campeonato. Os problemas não paravam por ai, outra questão era as péssimas condições de moradia, com as baratas e ratos convivendo com seres humanos nos cortiços e favelas, cresceu a quantidade de doenças, e os centros urbanos habitados por seres da fauna.

Todo este processo de saída do campo foi denominado pelo autor como declínio e queda do campesinato. De acordo com Eric, a agricultura foi um ponto forte no século xx, a Síria e o Iraque tinham metade de seus habitantes na agricultura, e na Europa muitos camponeses arando terra, e mesmo assim a queda ocorria muito depressa.

Diante de tais mudanças, vemos também que os países industriais desenvolvidos em exceções, se transformaram em grandes produtores agrícolas para o mercado mundial. Hobsbawms explica que isto ocorreu enquanto se reduziam a população agrícola a uma porcentagem pequena, e isto se deu pelos trabalhadores restantes no campo, e pela incrível explosão de produtividade de capital intensivo.

Uma economia agrícola nominalmente dita como mecânica, porque os agricultores ricos tinham a disponibilidade de maquinários para execução dos serviços, e em tempo adequado aos seus desejos. A revolução agrícola se estendeu. Muitas regiões não conseguiam alimentar sua imensa população, diante de uma explosão demográfica.

Alguns pontos chamam mais ainda atenção como o extraordinário crescimento da alfabetização em massa e demandas de vagas na educação secundária, onde Eric mostra que os estudantes eram contados em milhões na França e outros países. Isto abre um leque de perguntas na mente de pessoas que tomam conhecimento desta época oscilante

Perguntas como, por exemplo, a forma de sobrevivência das famílias dependendo de ter mais pessoas para ajudar no sustento da casa, isto não atingiria a educação a ser ministrada para os filhos dos camponeses? Afinal eram pessoas do campo que preencheram boa parte das cidades grandes. Mas é justamente neste ponto que Eric Hobsbawms diz que a maior parte dos estudantes vinha de famílias em melhores condições que a maioria e ainda faz uma pergunta irônica e bem lógica, de que outros modos poderiam pagar alguns anos de estudo?
Para pergunta uma resposta: um milagre educacional, exatamente, Eric apresenta a existência de um termo até, no entanto não muito compreendido, ate mesmo porque isto ocorria pelo esforço dos pais coreanos para manter filhos intelectuais.

O grupo de jovens que passavam ao ensino superior, cresceu muito nessa época, e com eles o governo foi obrigado à criar novos estabelecimentos para confortar o excessivo número de alunos e funcionários. Esses grupos de universitários, se concentravam em cidades universitárias assim constituindo uma nova forma de cultura na política.

O descontentamento político e social se revelou com intensidade na década de 1960, com bastante eficácia na expressão nacional e até mesmo internacional. Com todos os acontecimentos já estabelecidos, ainda assim 1968, não foi considerado uma revolução por parte dos estudantes, isso porque, por mais numerosos e mobilizáveis que fossem, não podiam fazer sozinhos.

Foram criadas greves operárias na França e na Itália, mas após vinte anos tudo o que se tinha como um pensamento e uma luta foi lançado fora, vendo-se assim uma desistência por parte de alguns estudantes, pois, embora os movimentos políticos recebessem muita publicidade, não faziam diferença para o estado, não causavam um impacto mais sério. Os universitários que continuaram a protestar pelos seus ideais, foram impedidos de agir de varias formas, entre elas está à brutalidade e a tortura já aplicada na década de 1970.

Os estudantes promoviam ações radicais, pois, tinham em seus pensamentos de que quanto mais revolucionários fossem, maior seria a possibilidade de conseguir um emprego ao sair da universidade. O que se descobre é que tal atração pelo radicalismo não é vista em boa parte desses jovens, mas a minoria (mas que também era representada por muitos jovens) falava mais auto, conseguindo levar seus pensamentos à frente.

O número de estudantes que sairiam para as universidades continuou a crescer com muito mais freqüência e com isso o governo resolveu criar uma maneira de romper esse crescimento. Assim foi feito. A partir de um determinado momento não era qualquer estudante que teria o privilégio de estarem em uma universidade, todas as formas de se chegar lá foram delimitadas.

Não poderíamos deixar de destacar mais algumas informações focadas pelo autor como sendo primordiais para o entendimento de todas estas transformações, e as influências no tempo presente. Destacamos o neoliberalismo com suas preferências de privilegiar algumas pessoas de classe, fazendo com que mais tarde o individualismo se manifestasse entre as classe trabalhadora
O papel da mulher, a liberdade e autonomia, o feminismo,as mulheres intelectuais,o orçamento familiar...nossa...quantas mudanças não é mesmo? E é incrível que a maioria delas refletem nas nossas vidas.O autor identifica muito bem estes pontos e reserva a todos nós, profundas reflexões.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Ídolo??




Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:


'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisaestarrecedora. As pessoas estão cultivando ídolos errados. Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo,inadmissível.Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado . No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras.. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.São esses pais que devemos ter como exemplo? Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora. Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante. Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais,beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou. Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria? Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissessem NÃO quando necessário?Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor. Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde.A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser amigo de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo , pois amigo não diz SIM sempre.'Karla ChristinePsicóloga Clínica

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